Em um lançamento residencial, mídia paga responde por 60 a 80% do volume total de leads. Também responde pela maior parte do desperdício, quando mal estruturada.
Este artigo abre o guia Mídia Paga em Lançamento Imobiliário — a leitura TBO sobre por que arquitetura supera orçamento e por que CPL baixo desconectado de SQL é métrica vaidade.
"Mídia paga em lançamento é compra de tempo de decisão do comprador. Quando vira compra de impressão, o orçamento começa a queimar antes mesmo do primeiro lead."
O que você vai encontrar no guia
- O que é (e o que não é) mídia paga em lançamento — operação cirúrgica de funil, em três fases, com objetivo, criativo e métrica próprios. Não é boost de post, não é tráfego pago genérico, não é mídia institucional.
- Os 5 pilares de uma operação sólida — diagnóstico de praça, arquitetura de funil, pacote criativo, stack de mensuração, cadência de otimização.
- O stack operacional em 6 camadas — da praça à operação contínua. Por que começar pela L3 (plano de mídia) é o erro recorrente.
- Método em três tempos — pré-lançamento (45 dias), lançamento (120 dias), sustentação (120 dias). Cada fase com lógica e métrica próprias.
- ROAS de referência interna — 173,9× em lançamento operado pela TBO em Curitiba. Por que arquitetura supera orçamento.
- Checklist do incorporador — 10 perguntas para diagnosticar se a operação opera com arquitetura ou com improviso.
Material para diretoria, marketing e quem assina o aporte de investimento. Antes de aumentar o budget — leia.