350 Hectares, R$ 20 Bilhões e um Nome que Já Vale o Ingresso
O ALL Resort Club Residence, em Porto Belo, na Costa Esmeralda de Santa Catarina, tem um número que define sua escala: R$ 20 bilhões de Valor Geral de Vendas estimado. Em 350 hectares, com prazo de conclusão até 2040, o projeto da All Wert é o maior complexo residencial-resort em desenvolvimento na Costa Esmeralda — e um dos mais ambiciosos do Brasil em qualquer litoral. Não é exagero. É uma tese de longo prazo transformada em empreendimento.
Mas o número que mais revela sobre a estratégia do projeto não é o VGV total. É a proporção do que já foi ao mercado: 83 hectares lançados — menos de 25% da área total. A primeira fase inclui 126 lotes residenciais no Porto Belo Tennis (VGV de R$ 600 milhões) e duas torres com 300 unidades de 110 m² a 931 m², assinadas pelos arquitetos Thiago Bernardes e Miguel Pinto Guimarães. O que não foi lançado ainda vale mais do que o que está à venda. A conclusão é direta: o projeto não foi dimensionado para o mercado de hoje. Foi dimensionado para o destino que Porto Belo vai se tornar.
Richard Schwambach, CEO e fundador da All Wert, resume a lógica com precisão: "Um empreendimento desse porte, para ser relevante, precisa ser um novo destino." E então construiu a infraestrutura para sustentar essa afirmação antes de abrir o livro de vendas.
O Wellness como Infraestrutura de Valorização, Não como Lista de Amenidades
O Global Wellness Institute projeta até US$ 1,1 trilhão em investimentos globais em wellness até 2029, com crescimento anual de aproximadamente 19%. Na América Latina, o crescimento estimado é ainda mais intenso — até 24% ao ano. Esses são os números que fundamentam a aposta da All Wert no conceito All Living Life: não decorar o produto com wellness como argumento de marketing, mas construir infraestrutura de wellness como âncora de valor permanente do empreendimento.
A diferença não é semântica — é estratégica. Um condomínio que tem "espaço zen" e "sala de meditação" está usando wellness como feature de vendas. Um projeto que constrói o Rafa Nadal Tennis Center — o primeiro licenciado pela Nadal Academy na América do Sul, com 17 quadras de tênis (piso rápido e saibro), 8 quadras cobertas de padel, arena para mais de 1.500 pessoas e capacidade para 700 alunos por dia — está construindo uma instituição esportiva com vida operacional e reputação independentes do ciclo de vendas do imóvel. Isso não depende da conjuntura do mercado imobiliário para manter seu valor. Cria um ativo que ancora o preço de toda a propriedade circundante por décadas.
O Sport Center de 5 mil m² — com skate, tênis, padel, beach tennis e pickleball — segue a mesma lógica de escala. Não é o espaço esportivo como conveniência de condomínio. É infraestrutura capaz de sediar eventos, atrair visitantes e gerar movimento econômico próprio dentro do complexo. Junto à piscina de ondas, a proposta é criar um ecossistema de experiências que o comprador encontra no resort antes mesmo de abrir a porta do apartamento.
"Não é sobre vender imóveis, é sobre entregar um novo conceito. Nós não entregamos um prédio e simplesmente vamos embora." — Richard Schwambach, CEO da All Wert
O Que o Centro Nadal Diz Sobre a Estratégia de Marca do Empreendimento
A associação com a Nadal Academy não é patrocínio. É licenciamento de metodologia — uma parceria que transfere parte da credencial do maior tenista espanhol de todos os tempos para um endereço em Porto Belo, Santa Catarina. Para o comprador que está avaliando um lote no Porto Belo Tennis ou um apartamento de 931 m² nas torres Terra, a presença do Centro Nadal não é um detalhe de lazer — é a âncora do argumento de valorização no longo prazo.
O mercado imobiliário de alto padrão aprendeu nos últimos anos que branding de empreendimento não se faz apenas com naming criativo e identidade visual bem executada. Faz-se com o que o projeto genuinamente ancora — o que ele entrega que nenhum outro endereço tem. O ALL Resort Club escolheu três exclusividades absolutas: o único Centro Nadal licenciado na América do Sul, o único campo de golfe iluminado da América Latina e arquitetura assinada por Thiago Bernardes, um dos arquitetos mais reconhecidos do segmento premium nacional.
O Porto Belo Golf — primeiro campo iluminado da América Latina, com 9 buracos em operação na fase 1 e expansão prevista para 18 buracos em padrões internacionais — reforça a mesma lógica. Um campo de golfe iluminado não é luxo de cartilha. É infraestrutura que estende a capacidade operacional do campo para o horário noturno, multiplica a frequência de uso e gera um diferencial que o próprio município vai capitalizar em termos de turismo e economia local. Isso cria barreiras de diferenciação que nenhum concorrente pode replicar rapidamente — e que, num projeto com horizonte até 2040, sustentam o valor das unidades lançadas hoje com base no que o destino vai se tornar.
Santa Catarina e a Emergência do Litoral de Alto Padrão
O ALL Resort Club não nasce no vácuo. Porto Belo está na Costa Esmeralda catarinense, a 5 minutos do Aeroporto Costa Esmeralda e a no máximo 35 minutos do Aeroporto Internacional de Navegantes. A logística aérea é determinante — o comprador de uma unidade com ticket a partir de R$ 1 milhão não vai a Porto Belo de carro desde São Paulo. Vai de avião, e a distância ao aeroporto é parte da equação de viabilidade de uso da propriedade.
Santa Catarina vem construindo sistematicamente sua posição como destino residencial de alto padrão. Balneário Camboriú é o caso mais visível e documentado, com preço de m² residencial que rivaliza com os mais caros de São Paulo. Porto Belo, com o ALL Resort Club como âncora, tem o potencial de criar um novo polo premium dentro do mesmo estado — diferenciado não pela concentração urbana vertical de Camboriú, mas pela integração com natureza, esporte de alta performance e escala de espaço que a Balneário já não consegue entregar. São propostas complementares, não concorrentes. E os compradores de alto padrão costeiro tendem a ter ambas no radar.
O mercado de imóveis de lazer de alto padrão no Brasil cresceu de forma consistente nos últimos anos. A pandemia acelerou a demanda por imóveis fora dos grandes centros com qualidade de vida real. Em 2026, com estruturas de trabalho híbrido consolidadas, o imóvel de lazer de alto padrão não é mais necessariamente uma segunda residência — é uma residência principal para quem pode escolher onde viver. O ALL Resort Club foi concebido para esse perfil: o comprador que precisa de aeroporto a 35 minutos, internet com velocidade para trabalhar, espaço para receber clientes e uma vida fora da cidade grande sem abrir mão do padrão que a cidade oferece.
O Produto que o Incorporador Não Pode Mais Chamar Apenas de Apartamento
O que a All Wert está vendendo em Porto Belo não é um apartamento de 931 m² com vista para o mar. É um ticket de acesso a um ecossistema construído ao longo de 20 anos, em 350 hectares, com infraestrutura esportiva de nível mundial e operação própria de hospitalidade. O apartamento é o dispositivo de acesso — não o produto central.
Esse modelo — incorporadora como operadora de destino — é o que separa projetos de R$ 20 bilhões de projetos que vendem unidades e desaparecem do endereço depois da entrega das chaves. Quando Schwambach afirma que "posso buscar nossos clientes de carrinho de golfe até dentro do avião", ele está descrevendo não um serviço de concierge, mas o nível de integração entre produto imobiliário e experiência de vida que o segmento mais exigente do mercado vai passar a demandar como padrão — não como diferencial.
A implicação para o mercado é clara: o incorporador que vai lançar no alto padrão costeiro em 2026 precisa decidir o que está vendendo. Se for a unidade, vai competir com outras unidades pelo mesmo preço por m². Se for o universo — como o ALL Resort Club faz — cria um mercado próprio, com compradores que não estão fazendo comparação de planilha. Construir o universo é mais complexo e mais caro. E muito mais difícil de copiar por qualquer concorrente que chegue depois.
A Leitura TBO: Quando a Visualização Arquitetônica Precisa Mostrar um Destino, Não um Apartamento
A TBO, estúdio de visualização arquitetônica e branding imobiliário de Curitiba, trabalha com o desafio criativo de apresentar projetos que vendem mais do que unidades físicas. O ALL Resort Club representa o extremo dessa demanda: criar visualizações que capturem não o apartamento isolado, mas os 350 hectares de ecossistema ao redor dele.
Isso exige uma abordagem diferente da render convencional. A perspectiva fotorrealística de uma unidade com 931 m² é uma peça do material de lançamento — não a peça central. A peça central é a ambiência do Centro Nadal ao entardecer, a escala do campo de golfe iluminado às 21h, a integração da arquitetura de Thiago Bernardes com a vegetação nativa do litoral catarinense. São imagens que não existem para ser precisas — existem para criar desejo pelo destino antes de criar desejo pelo imóvel específico.
Esse é o novo padrão que projetos como o ALL Resort Club estão estabelecendo para o alto padrão costeiro brasileiro. A visualização arquitetônica que vai trabalhar para eles não é a que mostra o produto com mais detalhe. É a que faz o comprador querer estar lá antes de saber o preço.